Via: Anões em Chamas
Esposa x Empregada


Apresento a vocês o meu amigo Nhock, um rapaz que já viveu de tudo nessa vida e está disposto a ensinar a vocês os meandros do sexo. Nhock já comeu uma anã, já participou de surubas com mulheres incríveis do Afeganistão, e entende bem essa vida de macho e seus problemas cotidianos. Neste primeiro episódio Nhock explica como você pode pegar uma DST, conta a história da garota que só queria fazer sexo anal, fala sobre pênis pequenos e ensina a fazer uma “vagina de gaveta”.
Falando de sexo com Nhock #1 Por: Edu ⎯ Em: Falando de Sexo ⎯ 03 de março de 2012 Apresento a vocês o meu amigo Nhock, um rapaz que já viveu de tudo nessa vida e está disposto a ensinar a vocês os meandros do sexo. Nhock já comeu uma anã, já participou de surubas com mulheres incríveis do Afeganistão, e entende bem essa vida de macho e seus problemas cotidianos. Neste primeiro episódio Nhock explica como você pode pegar uma DST, conta a história da garota que só queria fazer sexo anal, fala sobre pênis pequenos e ensina a fazer uma “vagina de gaveta”.
Fique ligado, pois em breve teremos mais episódios, histórias e ensinamentos deste sábio rapaz. Deixe a sua pergunta aqui nos comentários.
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É simples, leve-a para jantar, igualzinho esse cara fez
A Heineken sempre manda bem

Via: Anões em Chamas
fonte:sedentario
Via: Lista 10.




Via: Gordo nerd






Marjorie Estiano mostrou um lado que ninguém conhecia (a bunda) na peça “Inverno da Luz Vermelha”. Ela interpreta a prostituta Christine, no Teatro do Fashion Mall, no Rio de janeiro.
Sobre o novo ar de sensualidade despertado pela personagem, Marjorie disse: “Aprendi a ver o meu corpo de outra maneira. Descobri os contornos, as formas. Estou me sentindo mais mulher”.
Olha as fotos da divulgação da peça:

A gente também descobriu muita coisa. Super corpão, hein?
Eu não sei de vocês, mas eu não gosto de transar sem música. ÓBVIO que não vou recusar aquele sexinho matinal esperto só porque não liguei o Winamp, mas admito que tenho umas três playlists diferentes destinadas unicamente para o crime.

Hoje em dia, os estilos mais frequentes na minha playlist são blues, trip hop e clássicos do rock (tipo Led Zeppelin e Creedence Clearwater Revival), mas confesso que uma das melhores experiência sexuais recentes que tive foi durante um DVD do Marilyn Manson. Adoro o som do cara, mas nunca pensei que aquele bicho bizarro fosse fazer uma música que se encaixasse tanto com o sexo. Já tive experiências com a participação especial de Amy Winehouse, Red Hot Chilli Peppers, Limp Bizkit e Coldplay (nunca façam isso em casa, meninos: Coldplay e Radiohead são broxantes), mas os melhores até hoje foram Marilyn Manson e Slipknot.
Talvez esse tesão por sons mais pesados seja resquício do início da minha vida sexual. Quando eu tinha meus 16~17 anos (eu comecei meio tarde), era tão gótica e bizarra quanto o Manson. Normalmente pegava meus namoradinhos cabeludos e cheios de spike ao som de Cannibal Corpse, Burzum e Dark Funeral. O black metal era a trilha sonora perfeita para as minhas antigas práticas sexuais, que envolviam cera de vela, inúmeros estiletes e cortes, sangue e outras práticas sadomasoquistas que, após alguns anos, enjoei e abandonei (quase que) completamente.
E aí, um som desse embalaria sua transa?
Passaram-se uns anos e as performances BDSM foram perdendo a graça. Deixei pra trás a adolescência, o baton preto, os namorados cabeludos e perdi o tesão no black metal e no sexo sanguinário. Ainda assim, creio que não existe melhor trilha sonora para um bom e velho sexo selvagem que o metal pesado. Não tão tosco quanto o black metal, mas os pedais duplos de um Slipknot te dão muito mais inspiração pra uma foda animal, daquele tipo de puxar cabelo e urrar do que, digamos, a batida hipnotizante e sexy do trip hop.
Não que seja ruim, pelo contrário. Como disse acima, minhas fuck playlists atuais são constituídas basicamente por gêneros mais suaves e sensuais do que animalescos, talvez porque minhas práticas sexuais também tenham mudado. Antes, era só sexo desapegado e violento; orgias sanguinárias com pessoas que eu não me importava mais do que me importo com a cor dos esmaltes da minha unha. Depois de uns anos é que aprendi a fazer sexo com sentimento, apaixonado, sensual, que combina muito mais com um blues ou trip hop do que com berros esganiçados exaltando o sexo com cadáveres.
Sensual e lânguido.
Acho que não existe UM estilo ideal de fuck music, depende muito do tipo de sexo que você curte. Eu tenho aqui nos meus favoritos o canal Fuck Music do Papo de Homem, que é MUITO útil e eu recomendo fortemente, apesar de achar algumas músicas da seleção muito lentas e românticas. Deve ser porque sexo muito lento e muito romântico também não é minha praia.
E você, gosta de escutar o que enquanto transa? Gemidos e o ranger da cama não valem como resposta.
Ontem a noite encontrei esse texto da @lemonndrop, listando não apenas uma nem duas nem três; mas sim SETE músicas das mais bregas que tem uma letra caliente/conquistadora/sedutora, que podem e devem ser usadas pelos rapazes quando estão tentando pegar uma gatinha.
Tem pagode, sertanejo, Wando (adoro!), Fagner, Michel Teló… enfim, só os gênios literários e inspirações absolutas da música popular brasileira. Segue um pedaço da lista:
7. Da cor do pecado (Fernando e Sorocaba)
6. Safada (Wando)
5. Tá vendo aquela lua (Exaltasamba)
4. Ai se eu te pego (Michel Teló)
(Vale assistir pra ver como essa música faz sucesso entre as mulheres. Olha quanta gata dançando empolgada na plateia!)
As top 3 você vai ter que ir conferir aqui no texto completo. Espero que leiam com atenção, rapazes. É um verdadeiro (e hilário) texto de utilidade pública!
(por Carlos Merigo)

Via: Reddit

Via:cogumelolouco
(por Carlos Merigo)


Dentro de sua campanha “deixar uma boa impressão”, a Ballantine’s usa o que chama de Human API para permitir que as pessoas – através do Facebook – interfiram ao vivo no processo criativo de um artista,você pode participar através da página facebook.com/ballantines.
Mas é sobre uma de suas última experiência que eu quero falar aqui nesse post. O resultado foi a primeira tatuagem animada, feita pelo artista parisiense K.A.R.L.
Na tattoo, um QR Code chama uma animação que se integra ao desenho, podendo sempre ser alterada. Resta saber agora em quanto tempo a tatuagem de Marc vai se tornar obsoleta.
Via: DenverEgotist

Apois 10 anos contracenando juntos é realmente emocionante, ver que chegar ao fim a sequência de 8 filmes desse grande sucesso que foi Harry Potter. A história do jovem bruxo que conquistou fãs de todo o mundo e levou milhões ao cinema.No vídeo vemos uma pequena demostração de como essa experiência criou uma ligação forte entre o elenco e vai deixa muitas lembraças.
Os filmes foram:
Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) ; Harry Potter e a Câmara Secreta (2002) ; Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004) ;
Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005) ; Harry Potter e a Ordem de Fênix (2007) ; Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2008) ; Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 e 2 (2010 e 2011)
por Saulo Mileti

Em sua nova campanha, o Greenpeace confronta uma das mais acirradas disputas corporativas do mundo: Nike vs. Adidas.
A ONG desafia as duas marcas e quer descobrir qual delas vai se mexer primeiro na questão da poluição dos rios, lagos e reservatórios da China.
Segundo o Greenpeace, 70% das águas chinesas estão afetadas, e identificou nas empresas têxteis grandes responsáveis por isso. As fábricas da Nike e da Adidas no país estão lançando poluentes no rios, e a ONG cobra uma atitude.
O Dirty Laundry Report do Greenpeace cita também outras grifes nessa questão, é claro, mas com nenhuma o “vs.” funcionaria tanto.
Além do vídeo abaixo, que imita a estética esporte/street/moda – tem até um clone do Beckham – dos comerciais das duas marcas, você pode ver também o site: greenpeace.org/detox

Essa semana fez sucesso um vídeo em que a Warner Bros. compila todos os filmes da saga “Harry Potter” em 5 minutos.
Mas isso não é o suficiente para você que nem ligou para a série ao longo dos anos e, agora, não quer ficar sem assunto nesse fim de semana.
Já acostumados a resumir todo um filme em apenas um minuto, os Fine Brothers contam dessa vez tudo o que você precisa saber sobre catálogo inteiro de Harry Potter.
São 7 filmes em 7 minutos, e pronto. Agora você já pode ir ao cinema, pegar filas imensas e assistir “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II”, opinando com toda a propriedade entre os seus amigos.
Mais uma série super bacana do humorista Mascos Castro só com piadas ruins, mas por que alguém faria uma série de piadas ruins? Hora porquê as piadas ruins é que são boas!
Quer mais? Aproveite pra ver a série de Piadas Nerds na sequência: Siga o @@marcoscastro e inscreva-se no canal dele no Youtube.


Via: Samurai Lol
por Eightbits em cinema/séries/TV, humor
MC Silvinho quis ensinar um passe novo para a galeira do funk, mas quem disse que ele aguentou dançar com a sua dançarina.
Via: Sweetlicious
Não conseguiu comprar ingressos para o Rock in Rio 2011 a tempo ou porque a grana tava curta? Então saca essa, Manolo: Vai começar uma gincana online pelo Facebook a partir do dia 08/07 disponibilizando 40 pares de ingressos aos participantes. Será 01 par de ingresso por dia durante 40 dias, ou seja, 40 chances de você ainda garantir a sua ida ao Rock in Rio.
Para ganhar você precisa achar, a cada dia, 10 banners escondidos em páginas aleatórias na internet. As dicas vão ser postadas diariamente na
fanpage Itau Universitários. Então fique atento nas atualizações a cada dia.
Gostou da oportunidade, né?! Ah! Se alguma garota ganhar um par de ingresso e não tiver companhia para ir ao festival, favor me comunicar na área de comentários . Também to sem companhia (e ingresso). É sério!



“Falling Skies”, série produzida por Robert Rodat e estrelada por Noah Wyle, – finalmente voltando à TV e, dessa vez, como protagonista principal – e Moon Bloodgood.
A dupla faz parte de um grupo de sobreviventes do ataque alienígena que devastou as grandes cidades humanas e desestruturou o mundo conhecido. Sem muito orçamento para efeitos exagerados ou grandes batalhas, “Falling Skies” aposta em seu apelo dramático e na identificação do público com seu elenco para ser bem-sucedida. E essa aposta é arriscada demais, ainda mais nos dias de hoje.
A razão é simples: hábito de público. Ou seja, o público atual está habituado a um nível de investimento e tecnologia tão grande em produções de Ficção Científica que, confrontado com algo menos grandioso, pode repelir a ideia. “Falling Skies” enquadra-se nesse cenário. Embora permeado pela “presença constante” da ameaça alienígena, a série é um “drama humano”, como classifica o produtor Robert Rodat, em entrevista exclusiva ao B9, que também conversou com Noah Wyle, Moon Bloodgood e o co-produtor executivo Mark Verheiden.

Pizza em dia de semana


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